🌞 Bom dia, Santa Bárbara de Padrões
O nome desta terra junta duas histórias. Santa Bárbara é a padroeira dos mineiros, uma devoção que continua muito presente e “Padrões” poderá recordar os antigos marcos miliários romanos, usados para assinalar distâncias nas estradas do Império.
Mas foi uma descoberta única que tornou esta localidade singular. Junto à Igreja Matriz, construída no século XVII, foi encontrado um extraordinário depósito de lucernas romanas, pequenas lamparinas de iluminação em barro, com milhares de exemplares datados entre os séculos I e III. Parte deste espólio pode ser visto no Museu da Lucerna, em Castro Verde.
Os vestígios arqueológicos revelam uma ocupação muito antiga, ligada também à riqueza mineral do subsolo, que continua a marcar a freguesia através da Mina de Neves-Corvo. E a identidade local não se resume à mina: o montado, a pastorícia, o cante alentejano e a antiga tradição de fabrico de mantas de lã fazem parte da memória deste território.
Quem é de Santa Bárbara de Padrões? Já conhecia a história das lucernas romanas encontradas junto à igreja?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
O nome desta terra junta duas histórias. Santa Bárbara é a padroeira dos mineiros, uma devoção que continua muito presente e “Padrões” poderá recordar os antigos marcos miliários romanos, usados para assinalar distâncias nas estradas do Império.
Mas foi uma descoberta única que tornou esta localidade singular. Junto à Igreja Matriz, construída no século XVII, foi encontrado um extraordinário depósito de lucernas romanas, pequenas lamparinas de iluminação em barro, com milhares de exemplares datados entre os séculos I e III. Parte deste espólio pode ser visto no Museu da Lucerna, em Castro Verde.
Os vestígios arqueológicos revelam uma ocupação muito antiga, ligada também à riqueza mineral do subsolo, que continua a marcar a freguesia através da Mina de Neves-Corvo. E a identidade local não se resume à mina: o montado, a pastorícia, o cante alentejano e a antiga tradição de fabrico de mantas de lã fazem parte da memória deste território.
Quem é de Santa Bárbara de Padrões? Já conhecia a história das lucernas romanas encontradas junto à igreja?
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🌞 Bom dia, Bens
Na margem esquerda do Guadiana, no interior do concelho de Mértola, Bens é uma povoação onde a paisagem convida a abrandar. Longe da agitação, entre montes e caminhos rurais, é um lugar associado ao contacto com a natureza e à tranquilidade que tantas pessoas procuram no Alentejo.
A hospitalidade também faz parte da sua identidade. O alojamento rural instalado num monte da região e a produção local de mel mostram como os recursos do território podem dar origem a atividades que valorizam a paisagem e os saberes de quem aqui vive.
A origem do nome «Bens» permanece, contudo, uma questão por esclarecer. Fica o desafio a quem conhece a história da povoação e dos seus montes.
Quem conhece Bens? Alguém sabe de onde vem o nome desta pequena terra?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Na margem esquerda do Guadiana, no interior do concelho de Mértola, Bens é uma povoação onde a paisagem convida a abrandar. Longe da agitação, entre montes e caminhos rurais, é um lugar associado ao contacto com a natureza e à tranquilidade que tantas pessoas procuram no Alentejo.
A hospitalidade também faz parte da sua identidade. O alojamento rural instalado num monte da região e a produção local de mel mostram como os recursos do território podem dar origem a atividades que valorizam a paisagem e os saberes de quem aqui vive.
A origem do nome «Bens» permanece, contudo, uma questão por esclarecer. Fica o desafio a quem conhece a história da povoação e dos seus montes.
Quem conhece Bens? Alguém sabe de onde vem o nome desta pequena terra?
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🌞 Bom dia, Gasparões
A oeste de Ferreira do Alentejo, Gasparões é hoje uma pequena localidade rural, mas a presença humana neste território é muito anterior à aldeia. Nas suas proximidades foram encontrados materiais líticos do Paleolítico Médio, testemunhos de comunidades que passaram por esta região há muitos milhares de anos.
Mais recentemente, Gasparões tem procurado dar novas utilizações a espaços e recursos locais. A antiga escola primária acolheu um Centro de Educação Ambiental e a vida associativa também tem lugar na aldeia, com estruturas dedicadas à atividade cultural e à caça, que ajudam a manter a ligação entre os habitantes e o território.
Quem é de Gasparões? Conhece alguma história sobre a origem do nome?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
A oeste de Ferreira do Alentejo, Gasparões é hoje uma pequena localidade rural, mas a presença humana neste território é muito anterior à aldeia. Nas suas proximidades foram encontrados materiais líticos do Paleolítico Médio, testemunhos de comunidades que passaram por esta região há muitos milhares de anos.
Mais recentemente, Gasparões tem procurado dar novas utilizações a espaços e recursos locais. A antiga escola primária acolheu um Centro de Educação Ambiental e a vida associativa também tem lugar na aldeia, com estruturas dedicadas à atividade cultural e à caça, que ajudam a manter a ligação entre os habitantes e o território.
Quem é de Gasparões? Conhece alguma história sobre a origem do nome?
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🌞 Bom dia, Picoitos
A cerca de 13 quilómetros da vila de Mértola, Picoitos é uma pequena povoação onde a tranquilidade e o sossego convidam a abrandar. É um daqueles lugares do Baixo Alentejo onde a paisagem rural continua a ser parte essencial da experiência de quem ali vive e de quem chega para conhecer o território.
A recuperação de casas tradicionais para alojamento ou segunda morada mostra também que há quem escolha estas pequenas aldeias para descansar, caminhar e descobrir o concelho a partir de um ritmo diferente. Aqui, a tranquilidade é uma forma de estar, entre os montes, os caminhos e a vida simples da comunidade.
Quem conhece Picoitos? Que recanto ou memória desta pequena terra gostava de partilhar?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
A cerca de 13 quilómetros da vila de Mértola, Picoitos é uma pequena povoação onde a tranquilidade e o sossego convidam a abrandar. É um daqueles lugares do Baixo Alentejo onde a paisagem rural continua a ser parte essencial da experiência de quem ali vive e de quem chega para conhecer o território.
A recuperação de casas tradicionais para alojamento ou segunda morada mostra também que há quem escolha estas pequenas aldeias para descansar, caminhar e descobrir o concelho a partir de um ritmo diferente. Aqui, a tranquilidade é uma forma de estar, entre os montes, os caminhos e a vida simples da comunidade.
Quem conhece Picoitos? Que recanto ou memória desta pequena terra gostava de partilhar?
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🌞 Bom dia, Boisões
Entre montes e vistas largas sobre a paisagem alentejana, Boisões guarda uma ligação inesperada à história de Mértola. Foi desta herdade, também conhecida historicamente como Bouzões, que nasceu o título de Visconde de Bouzões, atribuído a Jacinto José de Palma pelo rei D. Luís I. Grande proprietário de terras no Baixo Alentejo, Jacinto José de Palma viveu entre 1829 e 1899 e deixou também a sua marca na vila de Mértola, onde o antigo palacete da família é ainda conhecido como Casa do Visconde de Bouzões.
Mas Boisões não vive apenas da memória do passado. O Centro Cultural é um espaço importante para a comunidade, ajudando a manter o convívio e a dinamização de uma terra pequena, onde a vida coletiva continua a fazer a diferença. O sossego, as vistas largas e desafogadas, completam a história atual deste lugar
Quem conhece Boisões? Que histórias desta terra e da sua gente ainda estão por contar?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Entre montes e vistas largas sobre a paisagem alentejana, Boisões guarda uma ligação inesperada à história de Mértola. Foi desta herdade, também conhecida historicamente como Bouzões, que nasceu o título de Visconde de Bouzões, atribuído a Jacinto José de Palma pelo rei D. Luís I. Grande proprietário de terras no Baixo Alentejo, Jacinto José de Palma viveu entre 1829 e 1899 e deixou também a sua marca na vila de Mértola, onde o antigo palacete da família é ainda conhecido como Casa do Visconde de Bouzões.
Mas Boisões não vive apenas da memória do passado. O Centro Cultural é um espaço importante para a comunidade, ajudando a manter o convívio e a dinamização de uma terra pequena, onde a vida coletiva continua a fazer a diferença. O sossego, as vistas largas e desafogadas, completam a história atual deste lugar
Quem conhece Boisões? Que histórias desta terra e da sua gente ainda estão por contar?
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🌞 Bom dia, Corte Zorrinha
No Baixo Alentejo e no Algarve, a palavra «corte» aparece em muitos nomes de povoações e está tradicionalmente ligada ao mundo rural, podendo designar um espaço de abrigo ou recolha de gado. É uma palavra que nos leva diretamente à importância histórica da pastorícia e da criação de animais nesta região, muito próxima da sede de concelho, Almodôvar
Já a origem de «Zorrinha» é menos clara. A semelhança com «zorra», palavra usada em alguns contextos para designar uma raposa ou um engenho de transporte, não chega para estarmos certos que o nome da povoação venha daí.
Quem é de Corte Zorrinha? Alguém conhece a origem do nome desta terra?
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No Baixo Alentejo e no Algarve, a palavra «corte» aparece em muitos nomes de povoações e está tradicionalmente ligada ao mundo rural, podendo designar um espaço de abrigo ou recolha de gado. É uma palavra que nos leva diretamente à importância histórica da pastorícia e da criação de animais nesta região, muito próxima da sede de concelho, Almodôvar
Já a origem de «Zorrinha» é menos clara. A semelhança com «zorra», palavra usada em alguns contextos para designar uma raposa ou um engenho de transporte, não chega para estarmos certos que o nome da povoação venha daí.
Quem é de Corte Zorrinha? Alguém conhece a origem do nome desta terra?
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🌞 Bom dia, Vale do Poço
Há lugares cuja identidade se constrói na fronteira entre territórios. Vale do Poço fica entre os concelhos de Serpa e Mértola e é palco de um dos encontros mais representativos do mundo rural da região: a Feira Agropecuária Transfronteiriça.
Organizada em conjunto pelos dois municípios, a feira reúne produtores, criadores de gado, maquinaria agrícola, produtos regionais, gastronomia e atividades ligadas à vida no campo. É também um espaço de encontro entre comunidades portuguesas e espanholas, mostrando que a fronteira não separa necessariamente as pessoas: pode aproximá-las.
Num território onde a agricultura e a pecuária continuam a vincar a paisagem e a economia, Vale do Poço tornou-se um ponto de encontro para celebrar essa ligação à terra.
Quem costuma visitar a Feira de Vale do Poço? Qual é a tradição que não pode faltar por lá?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Há lugares cuja identidade se constrói na fronteira entre territórios. Vale do Poço fica entre os concelhos de Serpa e Mértola e é palco de um dos encontros mais representativos do mundo rural da região: a Feira Agropecuária Transfronteiriça.
Organizada em conjunto pelos dois municípios, a feira reúne produtores, criadores de gado, maquinaria agrícola, produtos regionais, gastronomia e atividades ligadas à vida no campo. É também um espaço de encontro entre comunidades portuguesas e espanholas, mostrando que a fronteira não separa necessariamente as pessoas: pode aproximá-las.
Num território onde a agricultura e a pecuária continuam a vincar a paisagem e a economia, Vale do Poço tornou-se um ponto de encontro para celebrar essa ligação à terra.
Quem costuma visitar a Feira de Vale do Poço? Qual é a tradição que não pode faltar por lá?
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🌞 Bom dia, Vale de Açor de Cima
À beira da estrada que nos leva até Mértola, há pequenas povoações que guardam uma identidade própria. Vale de Açor de Cima é uma delas, marcada pelo casario rural e por uma igreja de traça muito característica, que não deixa enganar os povos que por cá passaram e que se destaca na paisagem, dando à localidade um dos seus elementos mais reconhecíveis.
E o nome «Açor»? É o nome de uma ave de rapina, mas não conseguimos encontrar nada que confirme que a terra foi beber o nome por causa dessa espécie.
Quem conhece Vale de Açor de Cima? Alguém sabe de onde vem o nome desta terra?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
À beira da estrada que nos leva até Mértola, há pequenas povoações que guardam uma identidade própria. Vale de Açor de Cima é uma delas, marcada pelo casario rural e por uma igreja de traça muito característica, que não deixa enganar os povos que por cá passaram e que se destaca na paisagem, dando à localidade um dos seus elementos mais reconhecíveis.
E o nome «Açor»? É o nome de uma ave de rapina, mas não conseguimos encontrar nada que confirme que a terra foi beber o nome por causa dessa espécie.
Quem conhece Vale de Açor de Cima? Alguém sabe de onde vem o nome desta terra?
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🌞 Bom dia, Corvos
Há terras pequenas que se tornam conhecidas muito para além dos seus limites. Corvos é uma delas, graças à gastronomia. Um restaurante deste é uma referência local para quem procura cozinha regional alentejana, servida num ambiente tradicional, com sabores que fazem parte da identidade deste território. É um lugar que dá nome à terra por todo o lado.
Num concelho onde a paisagem rural e a distância entre povoações fazem parte do quotidiano, estes espaços também têm um papel importante como lugares de encontro.
Corvos pode ser uma pequena localidade no mapa, mas há quem saiba bem que vale a pena fazer uma paragem.
Quem já passou por Corvos para provar a cozinha alentejana? Que outras histórias ou vivências tem deste lugar?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Há terras pequenas que se tornam conhecidas muito para além dos seus limites. Corvos é uma delas, graças à gastronomia. Um restaurante deste é uma referência local para quem procura cozinha regional alentejana, servida num ambiente tradicional, com sabores que fazem parte da identidade deste território. É um lugar que dá nome à terra por todo o lado.
Num concelho onde a paisagem rural e a distância entre povoações fazem parte do quotidiano, estes espaços também têm um papel importante como lugares de encontro.
Corvos pode ser uma pequena localidade no mapa, mas há quem saiba bem que vale a pena fazer uma paragem.
Quem já passou por Corvos para provar a cozinha alentejana? Que outras histórias ou vivências tem deste lugar?
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🌞 Bom dia, Vila Alva
Em Vila Alva, o vinho não é apenas um produto: é uma tradição que atravessou gerações. A produção de vinho de talha, feita em grandes recipientes de barro e com raízes que remontam à época romana, continua viva nas adegas da aldeia. O evento Provando o Tareco celebra precisamente esse saber-fazer, juntando vinho, petiscos, cante alentejano e convívio.
Mas Vila Alva também guarda património religioso de grande valor. A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Visitação é um imóvel de interesse público, com um retábulo de talha dourada e policromada e azulejos decorativos que revestem o interior. Já a Igreja da Misericórdia conserva altares de talha e um importante conjunto de arte sacra.
Entre as talhas de barro, o cante e o património das suas igrejas, Vila Alva mantém uma identidade forte, ligada à cultura alentejana.
Quem conhece Vila Alva? Já participou na abertura das talhas ou visitou as suas igrejas?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Em Vila Alva, o vinho não é apenas um produto: é uma tradição que atravessou gerações. A produção de vinho de talha, feita em grandes recipientes de barro e com raízes que remontam à época romana, continua viva nas adegas da aldeia. O evento Provando o Tareco celebra precisamente esse saber-fazer, juntando vinho, petiscos, cante alentejano e convívio.
Mas Vila Alva também guarda património religioso de grande valor. A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Visitação é um imóvel de interesse público, com um retábulo de talha dourada e policromada e azulejos decorativos que revestem o interior. Já a Igreja da Misericórdia conserva altares de talha e um importante conjunto de arte sacra.
Entre as talhas de barro, o cante e o património das suas igrejas, Vila Alva mantém uma identidade forte, ligada à cultura alentejana.
Quem conhece Vila Alva? Já participou na abertura das talhas ou visitou as suas igrejas?
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🌞 Bom dia, Rolão
Pequeno, caiado e profundamente alentejano, o Rolão é um lugar do concelho de Castro onde a paisagem ainda preserva uma forma próxima de viver. As casas e as ruas mantêm a traça dos pequenos montes do Campo Branco, num território onde a agricultura extensiva e a criação de gado vivem lado a dalo da relação entre as pessoas e a terra.
Esta pequena povoação está integrada numa paisagem reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera, onde as práticas agrícolas tradicionais ajudam também a preservar algumas das espécies de aves estepárias mais importantes do Alentejo..
Quem é do Rolão? Que histórias desta terra nos podem contar?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Pequeno, caiado e profundamente alentejano, o Rolão é um lugar do concelho de Castro onde a paisagem ainda preserva uma forma próxima de viver. As casas e as ruas mantêm a traça dos pequenos montes do Campo Branco, num território onde a agricultura extensiva e a criação de gado vivem lado a dalo da relação entre as pessoas e a terra.
Esta pequena povoação está integrada numa paisagem reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera, onde as práticas agrícolas tradicionais ajudam também a preservar algumas das espécies de aves estepárias mais importantes do Alentejo..
Quem é do Rolão? Que histórias desta terra nos podem contar?
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🌞 Bom dia, Corte Pequena
Há terras que parecem estar longe de tudo, mas que estão muito mais ligadas ao território do que à primeira vista parece. Corte Pequena é um pequeno povoado de origens medievais, escondido na margem esquerda do Guadiana e já dentro da paisagem do Parque Natural do Vale do Guadiana.
Da povoação parte um pequeno percurso que desce até ao rio e aos Canais do Guadiana. Junto ao antigo Moinho dos Canais praticava-se o caniço, uma arte de pesca artesanal usada para capturar lampreias, através de armadilhas feitas com canas e loendros. O moinho foi desmantelado nos anos 90, mas as suas ruínas e a memória dos pescadores continuam na paisagem.
Corte Pequena é um lugar pequeno com o Guadiana à porta e uma história feita de caminhos, agricultura, moinhos e gente que aprendeu a tirar do rio parte do seu sustento.
Quem conhece Corte Pequena? E quem ainda ouviu contar histórias dos Canais e dos antigos pescadores do Guadiana?
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Há terras que parecem estar longe de tudo, mas que estão muito mais ligadas ao território do que à primeira vista parece. Corte Pequena é um pequeno povoado de origens medievais, escondido na margem esquerda do Guadiana e já dentro da paisagem do Parque Natural do Vale do Guadiana.
Da povoação parte um pequeno percurso que desce até ao rio e aos Canais do Guadiana. Junto ao antigo Moinho dos Canais praticava-se o caniço, uma arte de pesca artesanal usada para capturar lampreias, através de armadilhas feitas com canas e loendros. O moinho foi desmantelado nos anos 90, mas as suas ruínas e a memória dos pescadores continuam na paisagem.
Corte Pequena é um lugar pequeno com o Guadiana à porta e uma história feita de caminhos, agricultura, moinhos e gente que aprendeu a tirar do rio parte do seu sustento.
Quem conhece Corte Pequena? E quem ainda ouviu contar histórias dos Canais e dos antigos pescadores do Guadiana?
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🌞 Bom dia, Tamejoso
Um lugar bonito e pequeno, mas que pode estar prestes a ganhar uma nova importância no mapa. Tamejoso é uma dessas terras: tranquila, acolhedora e de horizontes largos, numa das zonas mais interiores da margem esquerda do Guadiana.
A estrada que atravessa este território está hoje a ser transformada na Ligação Transfronteiriça Mértola–Pomarão, uma obra que passa por Tamejoso e que pretende aproximar Mértola, o Pomarão e a Andaluzia. O que durante anos pareceu uma terra distante poderá tornar-se uma das portas de uma nova relação com Espanha.
Mas há coisas que a estrada não mudam: as vistas, o silêncio e a dimensão humana de uma pequena terra alentejana.
Quem conhece Tamejoso? O que não podemos deixar perder desta terra?
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Um lugar bonito e pequeno, mas que pode estar prestes a ganhar uma nova importância no mapa. Tamejoso é uma dessas terras: tranquila, acolhedora e de horizontes largos, numa das zonas mais interiores da margem esquerda do Guadiana.
A estrada que atravessa este território está hoje a ser transformada na Ligação Transfronteiriça Mértola–Pomarão, uma obra que passa por Tamejoso e que pretende aproximar Mértola, o Pomarão e a Andaluzia. O que durante anos pareceu uma terra distante poderá tornar-se uma das portas de uma nova relação com Espanha.
Mas há coisas que a estrada não mudam: as vistas, o silêncio e a dimensão humana de uma pequena terra alentejana.
Quem conhece Tamejoso? O que não podemos deixar perder desta terra?
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🌞 Bom dia, Brunheiras
Há lugares que se tornam conhecidos não por um grande monumento, mas pela vida que acontece à sua volta. Nas Brunheiras, essa vida tem uma expressão muito própria: o mercado, realizado duas vezes por mês, continua a juntar produtos agrícolas, queijos, enchidos, artesanato e gente de diferentes lugares. É a conhecida Feira Internacional das Brunheiras
A terra tem uma história associativa com décadas. Em 1986 nasceu a Associação Cultural, Desportiva e Recreativa das Brunheiras, criada pelos próprios moradores e ligada ao teatro, ao desporto, à cultura e à animação comunitária.
Quem costuma passar pela Feira das Brunheiras? Que memórias tem desta terra?
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Há lugares que se tornam conhecidos não por um grande monumento, mas pela vida que acontece à sua volta. Nas Brunheiras, essa vida tem uma expressão muito própria: o mercado, realizado duas vezes por mês, continua a juntar produtos agrícolas, queijos, enchidos, artesanato e gente de diferentes lugares. É a conhecida Feira Internacional das Brunheiras
A terra tem uma história associativa com décadas. Em 1986 nasceu a Associação Cultural, Desportiva e Recreativa das Brunheiras, criada pelos próprios moradores e ligada ao teatro, ao desporto, à cultura e à animação comunitária.
Quem costuma passar pela Feira das Brunheiras? Que memórias tem desta terra?
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