Os profissionais exigem uma tabela salarial digna e equitativa, a transição para a nova estrutura remuneratória sem perda de pontos, ultrapassagens ou inversões de posições, a eliminação das disparidades entre profissionais e instituições e o pagamento dos créditos salariais em dívida. No documento é ainda reclamada “a reabertura do processo negocial para corrigir as injustiças que permanecem por resolver.”

O Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica (STSS), afirma que a “moção aprovada prevê a manutenção da mobilização durante outubro e novembro e a convocação de uma nova greve nacional de dois dias no final de novembro, caso o Governo não apresente respostas concretas.”
Ainda segundo o STSS, “os profissionais admitem ainda recorrer às diferentes vias sindicais, jurídicas, institucionais e políticas para defender os seus direitos. “

"Mantemos disponibilidade para negociar. Mas, sem respostas, a luta vai continuar e intensificar-se", conclui Luís Dupont, dirigente do STSS.

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