Gonçalo Valente é candidato único à presidência da Distrital de Beja do PSD
A Distrital de Beja do PSD vai a votos no sábado. Gonçalo Valente tem a eleição garantida uma vez que não há mais nenhuma candidatura. Antes da atual presidente, Andreia Guerreiro, que decidiu não se recandidatar, Gonçalo Valente esteve à frente da Distrital durante três mandatos.
Gonçalo Valente avançou com esta candidatura, "de união, de consensos e plural no plano geracional, onde todos contam e todos são o Partido Social Democrata", com a convicção de que o biénio 2026-2028 "será decisivo para consolidar o PSD como uma grande força política da nossa região e para terminar o trabalho que iniciei e que foi superiormente continuado pela Andreia Guerreiro, o mesmo será dizer, que sou candidato para continuar a fazer.”
De acordo com Gonçalo Valente, depois da eleição de um deputado na Assembleia da República em 2024 e o desafio das Autárquicas de 2025, “entramos agora num período de afirmação e crescimento.”
Gonçalo Valente considera que este mandato “não será de espera, mas de ação contínua sobre três eixos prioritários”:
De consolidação, no apoio diários aos eleitos locais, garantindo que "o PSD cumpre as suas promessas nos concelhos e freguesias onde governa e exerce uma oposição construtiva e vigilante onde não é poder."
De dinamização e criação de novas secções porque o PSD "precisa de investir nos seus militantes, precisa de aumentar a sua militância e crescer em concelhos mais desafiantes" e, para isso, segundo Gonçalo Valente, é fundamental "criar estruturas, pois só dessa forma há uma organização, planeamento, motivação e um rosto."
E ainda de exigência regional perante o Estado, uma vez que o biénio 2026-2028 deve ser marcado pela cobrança de investimentos estruturais previstos no Plano Estratégico para o país. O agora candidato à presidência da Distrital de Beja do PSD garante que não serão dadas tréguas na “ampliação e reabilitação” do Hospital de Beja, no desenvolvimento da rede de Alqueva, na nossa rede viária, desde logo com a ligação da A26 a Beja e na modernização da linha do Alentejo, estabelecendo-as como prioridades regionais.
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