“Conseguimos aquilo a que nos propusemos, que era trazer as pessoas para a rua, criar dinâmica no centro histórico e aproximar a cultura da população”, afirmou o vereador Vítor Picado.

A iniciativa decorreu entre 22 de julho e 20 de setembro, reuniu cerca de 40 projetos artísticos e teve acesso gratuito, cruzando música, teatro, cinema, poesia, contos, animação e arte urbana.

A programação distribuiu-se por vários locais do centro histórico, incluindo os quatro espaços temáticos Bairro das Flores, Bairro do Amor, Bairro da BD e Bairro das Cores.

Segundo Vítor Picado, a opção por descentralizar as atividades permitiu criar circulação no centro histórico e levar a programação cultural a diferentes espaços da cidade.

O vereador destacou igualmente o envolvimento de artistas, associações e estruturas culturais locais, considerando que a resposta do público confirmou a aposta feita pelo município.

“Há sempre coisas a melhorar, mas consideramos que o caminho que foi definido faz sentido e que a resposta do público demonstrou isso”, disse.

O encerramento decorreu no Castelo de Beja, onde Fernando Tordo atuou acompanhado pela Banda da Sociedade Filarmónica Capricho Bejense.

“Juntar Fernando Tordo à Capricho Bejense, no Castelo, foi uma forma de cruzar património, cultura e instituições locais e de encerrar estes dois meses de programação num espaço emblemático da cidade”, conclui Vitor Picado.

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