Greve da Função Pública pode deixar escolas fechadas e serviços de saúde condicionados
Hoje é dia de greve nacional da administração pública. Uma paralisação convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS), em conjunto com a FESINAP, que pode levar a constrangimentos em vários serviços do Estado, com destaque para os setores da educação e da saúde.
A instituição do Cartão Refeição na Administração Pública através de negociação em Acordo Coletivo de Empregador Público (ACEP), para o valor diário de 10,20 euros, livre de imposto e a revisão do SIADAP que, entre outras valorizações, permita a manutenção dos pontos obtidos nos contratos a termo e na mudança de carreira e de categoria, seja por mobilidade intercarreiras, intercategorias ou através de procedimento concursal, de modo que os trabalhadores não comecem do “zero” são duas das reivindicações.
É ainda pedida a reposição dos pontos retirados aos trabalhadores adquiridos por via do SIADAP, a regularização do SIADAP 2019/2020 e 2021/2022, a aplicação do subsídio de risco na carreira de Técnico Auxiliar de Saúde e Enfermagem, assim como, a revisão do Acordo Coletivo (AC), publicado no Boletim do Trabalho e Emprego em junho de 2018.
A contratação de pessoal, contra o “uso e abuso dos turnos suplementares e cargas horarias de 14 e 17 horas de serviço continuo” é outra reivindicação.
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