Língua Azul: Medidas do governo não abrangem de forma justa os criadores
A CONFAGRI e a FENAPECUÁRIA manifestam, em nota de imprensa, a sua preocupação face às medidas de apoio implementadas, desde setembro de 2024, pelo governo, relativas à doença da Língua Azul, porque temem que deixem de fora um número significativo de produtores pecuários.
Foto: ACOS
Nuno Serra, Secretário-Geral da CONFAGRI afirma que “apesar do Governo reconhecer a gravidade da situação, as soluções apresentadas não abrangem de forma justa e eficaz todos os criadores prejudicados por este surto.”.
João Barros, Vice-Presidente da FENAPECUARIA, defende que “é urgente que o Governo reveja os critérios de apoio, assegurando que nenhum produtor afetado fique sem auxílio” e acrescenta “a atuação governamental deve ser mais abrangente e preventiva, assegurando não apenas o controlo imediato da doença, mas também a sustentabilidade do setor pecuário em Portugal.”.
A reintrodução da vacinação obrigatória contra todos os serotipos da doença em circulação, prevenindo futuros surtos e minimizando a mortalidade animal é uma das medidas apontadas pelas duas organizações.
É ainda reclamada a implementação urgente de um sistema de indemnização similar ao adotado para a Gripe Aviária, para garantir um apoio justo e adequado às perdas diretas e indiretas, incluindo o impacto na reprodução e na produção leiteira e de car
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